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Jurados condenam acusado de matar adolescente após teste de fidelidade, em segundo julgamento

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Fotografia: Renato Barros

Na última quinta-feira, 24, o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da Comarca de Cerejeiras, composto por 5 homes e duas mulheres, presidido pela juíza Ligiane Zigiotto Bender, condenou Ismael José da Silva sob a acusação de ter matado, após teste de fidelidade, a adolescente Jéssica Moreira Hernandes com várias facadas. A dosimetria da pena aplicada pela juíza Ligiane Zigiotto ao réu foi de 14 anos de reclusão, em regime fechado.

Segundo a sentença condenatória, durante o julgamento os jurados reconheceram que o réu cometeu o crime de homicídio com a agravante de recurso que dificultou a defesa da vítima; e “negaram (rejeitaram) as qualificadoras do motivo torpe, meio cruel e de feminicídio”, assim como o absolveram da “autoria quanto ao crime de ocultação de cadáver”.

No primeiro julgamento popular, realizado no dia 23 de agosto de 2018, Ismael foi condenado “à pena de um ano de reclusão, em regime aberto, pelo crime de ocultação de cadáver”. Em grau de recurso, esse julgamento foi anulado pelos desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia, durante a sessão de julgamento realizada no dia 24 de abril de 2019, e determinaram que o réu fosse submetido a novo julgamento.

No julgamento do dia 23 de agosto de 2018, os jurados condenaram Diego de Sá Parente, pelo assassinato da adolescente, a 19 anos de reclusão, em regime fechado, e 10 dias-multa no valor de 1/30 do salário mínimo vigente na época dos fatos.

O julgamento iniciou às 8h58 do dia 23, sendo suspenso às 20h; reiniciou no dia seguinte, 24, às 8h45, encerando às 14h12. Durante o julgamento foram ouvidas 7 testemunhas: duas pelo Ministério Público (acusação) e 5 pela defesa. O júri foi bastante concorrido, com plenário lotado por populares e familiares, assim como com cobertura da imprensa.

Processo n. 1000661-41.2017.8.22.0013.

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